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Ex-alunos


Participar de projetos e competições na Facens é uma ótima oportunidade para aprender algo novo e tirar boas notas. Mas também pode ser a tão esperada chance de conseguir um bom emprego. Valdemir Natalino sabe muito bem disso. Afinal, seu bom desempenho na TecnoFacens não passou despercebido pelos gestores da multinacional onde trabalha hoje como especialista em robótica.

“Com toda a certeza, isso contribuiu muito para a minha efetivação. Eu mesmo não acreditava, mas as empresas realmente pesquisam sobre o desempenho de seus colaboradores até na faculdade”, diz.

Formado em Engenharia Mecatrônica em 2015 e ex-capitão da equipe Destroyer, do Sumô de Robôs, Valdemir é o responsável por aprovar projetos relacionados a perdas energéticas na CNH Industrial (CNHI), integrando o pilar de FI (Melhoria Focada). A empresa, que faz parte do grupo Fiat, é líder mundial na fabricação de máquinas agrícolas. Acompanhe a entrevista.

 

Sou+Facens – Como foi a sua trajetória profissional?

Valdemir Natalino – Trabalhei com eletrônica por 24 anos, sempre em pequenos comércios ou em empresa própria. No 6º semestre da Faculdade fui contratado pela CNHI como estagiário, época em que também precisava conciliar a vida de pai de família com o curso e as competições de robôs. Já como estagiário, aprendi muito nas áreas de corte e dobra, solda e novos projetos, sendo convidado, após um ano e meio, a trabalhar com as células robotizadas da empresa.

 

Como chegou ao emprego atual? Em quais projetos está envolvido? 

Sou o especialista em robótica na planta de Sorocaba, que fabrica colheitadeiras de grande porte para grãos. Além de acompanhar a instalação de novas células de solda robotizadas, liderando processos de compras relacionadas aos robôs, também monitoro o OEE (Eficiência Global dos Equipamentos) das células, fazendo a programação ou tomando outras iniciativas com foco no aumento da eficiência.

 

Qual o momento mais marcante nas competições da Facens?

Logo no primeiro semestre, a ideia que levamos para o Campeonato da TecnoFacens ganhou de dois robôs que, na época, eram o 2º e 4º colocados nacionais da categoria. Imaginem isso para um grupo de iniciantes... Depois veio o 1º lugar em duas competições simultâneas (Sumô de Robôs Autônomos e Freescale), o que foi muito gratificante.

 

Que dica daria para quem deseja se dar bem no mercado?

Sempre busquei me desenvolver além da sala de aula. Além disso, é preciso lembrar que a profissão de engenheiro pode ter um mercado enorme para os que estão chegando, mas destaca quem busca se especializar em uma área.

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