Superando expectativas

Ex-alunos

João Sato nem tinha começado a Faculdade ainda, mas a carreira já estava toda definida na sua cabeça. Em 1980, antes de ingressar no curso de Engenharia Elétrica na Facens, tudo o que sonhava era atuar com eletrônica digital.

Mas não deu. E ainda bem! Afinal, foi no setor de Telecomunicações que ele se destacou, viajando para vários países e integrando importantes projetos. São coisas que acontecem na vida de quem está aberto para as oportunidades.

Hoje João é diretor superintendente da Venturus, importante centro de inovação e pesquisas voltado a áreas como Telecom, Hardware, Sistemas Web e Móveis, IoT, TV Digital e Manufatura. Acompanhe a entrevista.

 

Sou+Facens – Como foi a sua trajetória profissional?

João Sato – Atuei em poucas empresas, mas em diferentes cargos técnicos e gerenciais. A primeira oportunidade foi na área de Manutenção, na São Paulo Alpargatas. Também trabalhei por 17 anos na Ericsson Telecomunicações, onde tive uma boa experiência em trabalhos técnicos na Suécia, Holanda, Inglaterra, Dinamarca, Alemanha e nos EUA. Em 2004 fui convidado para gerenciar uma área de projetos na Venturus, sendo promovido depois à superintendência.

 

Como é atuar no setor de inovação?

É um cenário desafiador, no qual a peça-chave é o engajamento das pessoas em ações estratégicas, como o Fórum de Tecnologia e Inovação, uma iniciativa que criamos para estimular a sugestão de ideias, treinamentos internos e para dar suporte a novas oportunidades de negócios.

 

Em qual projeto está envolvido neste momento?

Estamos focados em projetos de P&D&I em parceria com algumas empresas, mas por serem estratégicos, estão protegidos por acordos de confidencialidade. Só gostaria de citar o início de um projeto em microeletrônica e o interesse crescente das empresas por projetos em IoT (Internet das Coisas) e Big Data.

 

O que um engenheiro precisa para se destacar no mercado?

O engenheiro é um perfil muito requisitado pelas áreas de P&D&I, por sua capacidade de aplicar conhecimentos científicos para obter resultados práticos. Mas é preciso atualização constante, inglês, pós-graduação e habilidades comportamentais como liderança, trabalho em equipe e adaptabilidade.

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